sexta-feira, 24 de junho de 2011

Desligue-se,

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Da TV, do virtual, do sobrenatural. Desligue-se dos amores passados, das amizades perdidas, das mágoas, dos problemas, das obrigações, dos medos, de você. 

 

Encontre-se. No coração, na mente, na alma. Encontre-se nos desejos proibidos, nas vontades passageiras, nas vidas passadas, nas pessoas que tem algo pra compartilhar. 

 

Seja. E antes de ser dos outros, seja seu; Seja a sua melhor companhia, seu melhor amigo, seu melhor amor. Se baste. E então ame. Ame sua família, ame os bons amigos, ame seu chefe, seu irmão irritante, ame a vida. Ame muito e corra riscos. Corra riscos por você, pelos outros, pela vida que precisa de emoção, pelo dia seguinte.

Tente, e erre. Erre uma, duas ou dez vezes e na décima primeira acerte; acerte com a emoção de um principiante e com a experiência de um veterano.

Acredite. Acredite em Deus, numa força maior, em evolução. Acredite em ditados populares, em lendas, em superstições, mas acredite. Acredite em você. 

Faça. Faça o que puder, com a maior força que tiver. Faça um filme, um livro, um amigo. Mas faça. 

Sonhe. Com o impossível, com o improvável, com fantasmas, terceiras dimensões. Sonhe com o que é possível ser real. Quando a rotina cansar, atravesse a rua e cumprimente outros vizinhos, olhe novos rostos, se encante com novos sorrisos. Mude de lugar no ônibus e diga olá a estranhos. 

Mas, viva. E se arrependa. Viva pra ser melhor viva pra você ou viva por alguém. E perceba que você pode ser um pouco mais feliz a cada dia se for possível se reinventar.
E tente não ser sempre o mesmo. Apaixone-se e morra. Morra de amor.


E, por favor, não se leve tão a sério.

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